A Verdadeira História da Secessão do Brasil: O Que a Escola Não Ensina
O Grito do Ipiranga: Mito ou Realidade?
Você já se perguntou se D. Pedro realmente gritou “Independência ou Morte” às margens do rio Ipiranga? A história que aprendemos na escola pode não ser exatamente como aconteceu. O Brasil, na verdade, já não era mais uma colônia, mas sim o centro do Reino de Portugal, Brasil e Algarves. Então, por que essa parte grandiosa da nossa história é tão pouco mencionada?
A Grande Separação
A separação do Brasil de Portugal foi um processo complexo, impulsionado pela inteligência estratégica de D. João VI e a sagacidade de seu filho, D. Pedro, que se tornaria D. Pedro I do Brasil. Esses eventos deveriam ser comemorados anualmente, mas, por algum motivo, aprendemos uma versão que nos diminui. Nossos grandes personagens históricos são frequentemente retratados como vilões, bobos ou trogloditas.
A Educação nos Limita?
Será que a escola nos emburrece de propósito? Vamos contextualizar um pouco para entender melhor.
Contextualizando a História
Em 1808, a corte portuguesa se mudou para o Brasil, trazendo mudanças estruturais, econômicas e políticas inevitáveis. Em 1815, passamos de colônia ao status de centro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. No entanto, em 1820, a Revolução Liberal do Porto exigiu o retorno da família real a Portugal. D. João VI voltou em 1821, deixando seu filho D. Pedro como regente.
A elite portuguesa queria que D. Pedro também retornasse e que o Brasil voltasse ao status de colônia. A elite brasileira, que havia experimentado grandes avanços e progresso, resistiu a essa ideia. Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro decidiu ficar no Brasil, um evento conhecido como o “Dia do Fico”.
Em agosto de 1822, D. Pedro recebeu uma carta das cortes portuguesas exigindo seu retorno imediato. Em resposta, no dia 7 de setembro de 1822, ele declarou a separação do Brasil, tornando-se D. Pedro I do Império do Brasil.
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